10/03/2017

COMO APRENDER INGLÊS SOZINHO


Hey Folks Tudo bem?

Hoje vou falar sobre um assunto que deixa muita gente preocupada: O INGLÊS! 


Ainda mais no processo do intercambio o qual PRECISAMOS ter, pelo menos, o nível intermediário e passar por testes da agencia.

Eu vivi um drama, pois a primeira vez que morei nos EUA (em 2014), não sabia NA-DA de inglês! Sério na-di-nha... Sempre estudei em escola Pública e nunca fiz curso de inglês (até porque odiava estudar inglês – sempre gostei mais de espanhol “Hola ¿Qué tal?”). Eu vim para os EUA justamente para aprender inglês. E aprendi! Em 6 meses! Mas foi com muiiiiiita dedicação (e muiiiita mímica também haha).

Eu sei que não é todo mundo que tem a oportunidade de estudar inglês fora do País ou até mesmo fazer um curso de inglês no Brasil (que além de longo é caro!), então eu pensei em deixar aqui para vocês algumas dicas de como aprender inglês sozinho que me ajudaram e que se eu soubesse antes não teria “sofrido” tanto para aprender outro idioma.

DICA 1 – SE FAMILIARIZE COM O IDIOMA

Mude o seu computador, celular e outros eletrônicos para o idioma inglês. Muita gente quer aprender inglês e não faz o MÍNIMO para isso acontecer... a primeira coisa que fiz foi mudar o idioma dos meus eletrônicos para o inglês. Faça o mesmo com suas redes sociais (Facebook, Instagram etc) desta forma ficará mais familiarizado com o idioma e será mais uma maneira de desenvolver alguma imersão neste conteúdo. Outra dica bem bacana e usar o GPS do carro em Inglês também, o que vai ajudar a entender as direções em inglês mais rapidamente.

DICA 2 – APRENDA COMO UM BEBÊ

Como assim? Eu explico: Você já viu um bebê aprendendo gramática? Onde fica o sujeito na frase, lista de verbos, pontuação etc.? Não? Nem eu! A criança aprende a falar ouvindo, naturalmente (por isso a importância de sempre estar exposto ao idioma). Não fique focando suas energias em traduzir o que foi dito e sim em entender o contexto! Eu moro nos EUA faz 2 anos, falo somente em inglês e continuo sem saber 100% do significado das palavras; meu foco é sempre no contexto da frase e desta forma eu entendo o que está sendo dito e agrego sempre novas palavras ao meu vocabulário.

DICA 3 – ASSISTA FILMES, LEIA E OUÇA MUSICAS EM INGLÊS

Bem clichê, mas bem real. Seguindo a dica acima você tem de se familiarizar com o idioma e como você não mora em um País onde a língua oficial é o inglês nada melhor que utilizar-se de filmes e músicas em inglês para ficar habituado ao idioma. No caso das músicas; escolha uma música que você goste em inglês, procure a tradução e cante junto para aprender inclusive a pronúncia. Depois de um tempo você começa a entender o significado das palavras e vai se habituando ao idioma. Quando você começar a entender as músicas mais facilmente tente ouvir podcasts em Inglês. No começo você não entende NA-DA mas com o tempo as coisas começam a fluir...
O mesmo com os filmes e seriados: assista-os em inglês com legenda e depois, veja o mesmo filme sem legenda e tente entender. Serio! Eu acho que não tem coisa melhor que os filmes pois neste caso você pode visualizar inclusive o contexto envolvido e ter uma melhor compreensão.
Para desenvolver a leitura em inglês você pode escolher um tema que você goste (pode ser beleza, decoração, viagens etc.) e ler blogs em inglês. Além de encontrar conteúdos legais você ainda estuda!

DICA 4 – PRATIQUE!

Existem muitas formas de praticar o idioma, desde comunidades no WhatsApp, vídeos no Youtube, sites que possuem conversação entre nativos americanos e pessoas de outros países, Apps como o duolingo e até mesmo clubes de conversação em inglês em livrarias e outros locais que facilmente você encontra na internet e tudo free! Outra dica que recebi de um amigo do Cazaquistão (valeu Gani!) era de que ele não tinha com quem praticar então ele falava sozinho mesmo! Haha “como assim? Vão me chamar de louco! Calma vou explicar: você pode ir descrevendo o que está fazendo (ou o que vai fazer) em inglês (pode ser mentalmente também) e vai formando frases em inglês, exemplo: “Now I will wash dishes and then I will study english”. Viu só, não tem desculpa! E se te chamarem de louco, pelo menos será um louco bilíngue haha.

DICA 5 – ESTUDE!

Serio! Não existe pílula mágica para você aprender inglês o que fará você melhorar com relação ao idioma (e em tudo na vida) é a pratica constante. Faça um roteiro de estudo semanal e esteja em contato com o inglês DIARIAMENTE! Escolha assuntos que gosta, filmes, seriados, músicas, blogs, vídeos no Youtube, podcasts, comente em blogs em inglês assim você aprende muito mais rápido pois são assuntos que você tem interesse.

Agora não tem desculpa! É praticar, praticar, praticar ... e logo, logo você vai estar cantando todas as músicas da Beyonce ;)
-LET'S DO THIS!


Espero ter ajudado, se tiver alguma dúvida deixe uma mensagem nos comentários que vou responder com muito carinho.

Um beijo e até a próxima,

Com amor,


Bruna Gonçalves.

03/02/2017

Como ligar para o Brasil dos Estados Unidos

Oie gente,
Meu post desse mês é de utidade pública.
Uma das maiores dúvidas que eu tive aqui nos Estados Unidos era como fazer ligação para o Brasil.
Acredito eu que a internet tem ajudado a matar a saudade em 99% dos casos, mas a gente sempre tem aquela tia ou avó que não sabe lidar com tecnologia e a gente fica morrendo de saudade.
Em um determinado momento do intercâmbio eu tive um problema pessoal e precisei fazer algumas ligações para o Brasil. (Telefone fixo e etc).Cheguei num mercadinho bem simples e perguntei a eles se tinham "cartão telefônico pré pago".
E comprei esse da foto, que se chama Boss Revolution.
(Que ainda estou in love diga-se de passagem)
Paguei $10.

Importante: Para fazer o cadastro e receber o código de confirmação é necessário um número de celular americano.
Depois de comprado, eu fiz o dowload do aplicativo na Play Store, fui seguindo os passos, digitei o código que veio no cartão e pronto.
É meio demoradinho mas não é um bicho de 7 cabeças.
Como eu disse anteriormente, paguei  $10 mas quando fui fazer meu cadastro ganhei mais $2 de bônus.
O aplicativo em si é bem simples, você digita o DDI + DDD + O número e no cantinho superior da tela ele sempre mostra o seu saldo, então você consegue calcular o quanto ainda pode falar. Eu li meio correndo e entendi que seriam $2 por minuto, então fiz as ligações super correndo, falei rápido e foi horrível né... hehe
Assim que você finaliza a ligação, ele mostra o tempo e o valor da ligação.
E eu demorei um pouco pra entender que o valor na verdade era 2 CENTAVOS de dólar (2 cents) por minuto... na verdade é 2,7 cents
Um exemplo: 48 minutos de ligação ficou em torno de $1,23. Esse é meu pai, fiquei com preguiça de editar o contato e salvei do jeito que minha mãe havia me mandado.  hehehe
Quando eu descobri fiquei em êxtase.
Eu acredito que liguei pra 50% dos meus contatos, pais, irmãos, tios, meus avós <3 e amigos.
(Liguei até pra uma amiga que está morando em Dubai, eu só não sabia que era 6h da manhã lá 😂) As ligações podem ser feitas para o mundo todo. 
Esse ano novo enquanto esperava dar meia noite, liguei pra todo mundo de novo e matei a saudade que nessa época do ano parece que vai matar a gente.
Eu recomendo e muito!
A qualidade da ligação é excelente e a ligação não fica caindo (se caiu 1x foi muito).
E outro positivo é:
Você consegue comprar "créditos" pelo próprio aplicativo com cartão de crédito ou débito.
AVISO: eu não sei direito como as ligações são feitas, se elas passam por um redirecionamento ou algo assim.
O que já me falaram é que a ligação aparece como se fosse de São Paulo...
Então cuidado pra não matarem ninguém do coração. (Pessoal pensou que eu já estava de volta).
Eu também não explorei todas as opções, talvez tenha como usar o Wi-Fi ao invés da rede do celular, no meu caso não é muito viável pois a casa que eu moro é muito grande e o sinal do Wi-Fi quase não chega no meu quarto. 
Se alguém souber mais "truques" sobre esse aplicativo e quiser acrescentar mais alguma informação, será sempre bem-vindo.
Eu espero que vocês gostem e aproveitem tanto quanto eu.

Xoxo,
Jéssica

10/01/2017

Cristã e au pair: consigo continuar com minha vida cristã e encontrar uma igreja nos EUA? (Igrejas nos EUA)

Hi Folks,

Tudo bem por ai? Aqui nos EUA esta tudo lindo, maravilhoso, praia, sol, calor ...só que não! haha  somente um friozinho BÁSICO de -18 °C.

Mas tudo bem... esta ótimo para ver filme e tomar chocolate quente =)

Hoje vamos falar sobre igrejas nos EUA. Eu sei que muitos cristãos tem algumas duvidas com relação às igrejas aqui nos EUA: se vai encontrar a mesma denominação que frequenta no Brasil, como é a doutrina ou como funciona aqui. Então acalma este coração e vamos lá!

 Como são as igrejas nos EUA

Bom eu não fui em TODAS as igrejas aqui e eu sou evangélica então eu não tenho idéia de como é a igreja Católica aqui (desculpem). Sobre as igrejas evangélicas, se você morar em alguma cidade pequena provavelmente você vai encontrar várias igrejas Luteranas e Metodistas, algumas Batistas e Assembléia de Deus, e por vezes a igreja Bola de Neve, Videira e outras. Também temos muitas Igrejas novas que partem da Assembléia de Deus com outros nomes, mas seguem a mesma doutrina.
Eu frequento duas igrejas da Assembleia de Deus aqui nos EUA e não é a mesma coisa que no Brasil. Parece mais uma Batista, eu gosto muito pois tem um grupo de jovens grande e um estilo mais "Hillsong". 
Assim como as "células" no Brasil, aqui nos EUA eles possuem "life groups" que são grupos menores de cristãos que se reúnem para pequenos cultos e apoio. Ainda temos: todos os tipos de aconselhamento (jovens, casados, mulheres, homens etc), missões (as igrejas fazem muito aqui), trabalhos voluntários para a comunidade (eu sou voluntária em um abrigo com um grupo da igreja e amo este trabalho), grupos de oração, estudos bíblicos e de livros, cultos online... tudo muito parecido com o que temos no Brasil em grandes igrejas.
Uma coisa que eu não gosto muito era que minha igreja no Brasil tinha mais cultos durante a semana e final de semana e eu gostava muito de ir durante a semana, aqui as pessoas só vão no domingo e a igreja geralmente possui apenas 2 cultos dominicais e somente pela manhã. Algumas igrejas possuem outros cultos durante a semana... mas não vai muita gente.

Aqui você encontra muitas igrejas e as pessoas são na maioria cristãs. Então se você esta preocupada (o) com isso não precisa ficar! Se você esta no centro da vontade de Deus, fazendo o que esta nos planos dEle, esta tudo certo! Ore a Deus e Ele irá sempre te guiar para o bem.

Se você é cristã e ainda não veio aos EUA tente procurar alguma igreja próxima do local que você esta pensando em morar, veja o site e procure saber mais sobre a igreja e doutrina. Visite as igrejas e com base nos ensinamentos da bíblia avalie se as práticas são coerentes com o que o Espirito Santo te diz através da Palavra de Deus.

Fique em paz, fique na paz que só Deus nos traz. 


Seja forte e corajoso! Não se apavore, nem se desanime, pois o Senhor, o seu Deus, estará com você por onde você andar (Josué 1:9)

Espero ter ajudado,
Com amor,







23/08/2016

Boston em um dia!

Boston em um dia!
Oiii gente!!


Adora falar de lugares novos e viagens, afinal é a melhor parte do intercambio!


Hoje vou falar o roteiro que fiz quando fui para Boston, como boa virginiana que sou, gosto de deixar todo o roteiro organizado antes da viagem para não ficar andando igual barata tonta e acabar perdendo o pouco tempo que a gente tem.


Eu moro pertinho de Boston, então fui eu, meu namorado e mais 3 amigas de carro e foi um dia incrível, vale super a pena!


Antes de ir conversei com uma amiga que é au pair em Boston e ela me salvou no meu roteiro, passou várias dicas e deu tudo certo, exatamente como o planejado.


Como a gente não queria (e não tinha) muito dinheiro para gastar resolvemos passar o dia e voltar a noite e e apenas um dia conseguimos conhecer os principais lugares que queriamos.


Sem mais delongas hahah, vou passar o roteiro aqui e espero que ajude quem está planejando passear em Boston, por um dia ou mais, só não deixa de visitar esses lugares.

- Quincy Market (tem muitos restaurantes, barraquinhas, algumas exposicoes na rua, bem gostoso o lugar)
- Public Garden/Boston Commom (no caminho até esses parques passamos por algumas paradas da freedom trail)
- Newbury Street/Skywalk observatory (predio do prudential) *dica: para não precisar pagar para entrar na parte que tem a vista 360 graus, tem como ir em um restaunte com a vista da cidade, só precisa consumir alguma coisa e dá para tirar umas fotos bonitas com a vista da cidade)
- Charles River
- atravessamos a Harvard Bridge que chaga na MIT
- da MIT tem como pegar um metro (linha vermelha, eu acho) que para em Harvard
- passar um tempo em Harvard que é gigante e liiinda! tem tipo um centrinho com bares e lojas, super gostoso.

*sugestão: bar do gelo na quincy market e a loja Primark que fica ali perto também e tem muita coisa com valor bom para au poor hahah.


É isso, fomos de carro, mas paramos no estacionamento e fizemos tudo a pé mesmo, é bem melhor, porque vai anadando e nem percebe o quanto andou, e melhor, vai vendo tudo que tem pelo caminho :)


Beijos!!

*desculpem a falta de acentos, mas ainda nao me entendo com esse teclado hahah

11/08/2016

Adaptação: meus três primeiros meses


Hello hello!! Nem acredito que já chegou a minha vez de postar de novo, como o tempo está passando rápido! Da próxima vez vou estar ainda mais feliz porque o verão já vai ter acabado e as kids já vão ter voltado pra escola. Aqui na minha cidade as aulas voltam/ começam dia primeiro de setembro. Um pouco antes do feriado do Labor Day (que eu estou off e vou pra Chicago!! Mês que vem posto sobre como foi minha viagem pra lá).

Bom, mas esse mês tô aqui pra falar sobre outra coisa. Adaptação. Existe uma "regra interna" no mundo das au pairs sobre os três primeiros meses. Tá com vontade de voltar pro Brasil? Espera passar o terceiro mês. Não está gostando da sua rotina? Espera o terceiro mês. Não se sente confortável? Espera o terceiro mês. Para os problemas de todas que acabaram de chegar, só temos uma resposta: espera passar os três primeiros meses que a adaptação vem com eles. Agora em agosto (daqui a 11 dias) completo três meses na terra do Tio Sam então já me sinto no direito de falar sobre essa regra.

Dizem que os três primeiros meses são de adaptação. Se você sobreviveu até aqui, vai aguentar o seu ano (UFA!). Meus três primeiros meses coincidiram juntamente com o summer, então, depois de sobreviver (com três kids), realmente sinto que sou capaz de aguentar tudo hahaha. Mas eu sinto que não necessariamente sua adaptação vai levar três meses. Depois do meu segundo mês, já me sentia em casa e muito confortável com a minha rotina. Já me sinto tão confortável nesse lugar que abro a geladeira e como o que eu quero na frente dos meus hosts, não tenho disso não. 




Mas como eu já falei aqui em um dos meus posts, eu sofri muito no primeiro mês com saudades de casa, a famosa homesick. Nesse quesito, realmente o tempo foi o melhor remédio. Claro que rola algum chorinho as vezes, principalmente quando estou escrevendo alguma mensagem de aniversário ou algo do tipo, mas passar a noite toda chorando com saudades de casa? Depois do primeiro mês não sofri mais disso não. A gente acaba acostumando a ficar longe de casa. E é isso que acontece com toda a nossa rotina, a gente se acostuma. Por isso as au pairs 'criaram' essa regra dos três meses. Porque o tempo é necessário para sua adaptação. O primeiro mês é tudo novidade, com isso o choque é maior e sentimos vontade de voltar para nossa zona de conforto. No segundo mês, já estamos um pouco acostumados com a rotina e já começamos a nos estabilizar. Já no terceiro mês, é vontade de ficar na certa. Já temos nossos amigos, nossas trips marcadas, planos para os feriado e temos nossas DÍVIDAS. HAHAHAHA. Então realmente TEMOS que ficar. E é melhor ficar gostando do que odiando. Pra você que acabou de chegar e está pensando em ir embora: espera. O terceiro mês vai te mostrar muita coisa e te provar que é muito bom estar aqui construindo nossa vida.

É isso galera.
Beijossss. Até a próxima.

Quem quiser me seguir no SNAPCHAT e INSTAGRAM: @apaulascunha.


26/07/2016

Perrengues no processo de Au Pair

Oiii pessoal,

Tudo bem com vocês???

No meu último post eu expliquei como tirava o passaporte e hoje eu vou falar pra vocês na pequena frustração que eu tive nesse meio tempo.

Vamos lá??

Como todos ficaram sabendo, a Policia Federal havia paralisado a confecções dos passaportes por falta de peça, papeis ou sei lá o que.

Sendo assim, muitos passaportes iriam demorar o dobro do tempo para ficarem prontos, como eu fui fazer meu passaporte antes deles anunciarem essa paralisação o meu passaporte foi confeccionado, porém eu recebi um e-mail dizendo que já estava pronto e que eu podia ir retirar OU aguardar um e-mail da Policia Federal confirmando.

Esse e-mail foi mandado uma semana depois da data prevista para retirada!!!

Como nesse próprio e-mail dizia para eu ir até o posto da PF, EU FUI.
E adivinhem, não estava lá!!!!!



A mocinha que me atendeu disse que eu deveria aguardar um outro e-mail da PF que diria a partir de quando eu poderia ir buscar, sai de lá "P" da vida, e até brinquei com a minha mãe dizendo que provavelmente iria receber o e-mail no mesmo dia.

Pra que né?!

Obs: O posto da PF não é na minha cidade, então tive que faltar no trabalho e gastar uma graninha para essa perda de tempo.

Cheguei no trabalho, pois tive que trabalhar no período da tarde e quando abri meu e-mail, estava lá reluzente, só faltava tocar uma musica...

Agora preciso esperar meu querido patrão me liberar novamente para poder busca-lo.

Isso tudo poderia ter sido evitado se as pessoas que nos atendem informasse que quando estivesse lá nós receberíamos um e-mail avisando que poderia buscar.

#FICADICA

-AGUARDE O E-MAIL DA PF

Bom pessoal, espero que minha experiência ajude vocês!!
XoXo

11/07/2016

CHEGUEI NOS ESTADOS UNIDOS: E O INGLÊS?



Oi gente! Como prometido, esse post será sobre o inglês nos meus primeiros dias aqui. Daqui 10 dias completo dois meses nos US. Como passou rápido! Bom, confesso que já cheguei aqui com um inglês bom, sabia mais que o básico e nos skypes com minha host family, eles sempre disseram: "seu inglês é muito bom!". Entender inglês é fácil pra mim, o problema é falar mesmo hahaha. A ex-au pair da minha família me contou que quando ela chegou aqui, com o inglês básicão, foi bem difícil e ela tinha que se comunicar com a família pelo google tradutor no começo. Eu não tive esse problema, mas fiquei feliz com o relato dela pois deu pra ver que a família seria bem paciente quanto a isso.


Mas vamos começar desde o começo... Onde temos nosso primeiro contato com o inglês quando chegamos aqui? No aeroporto. Na imigração. Pra gente que vem com visto de au pair, muito fácil! Não tive nem que abrir a boca, apenas entreguei meu passaporte e só, já estava liberada. Mas algumas meninas que estavam comigo tiveram que responder algumas perguntas, como: pra onde você vai? Au pair? Bem básico. Depois disso, pegamos as malas e um representante da agência nos esperava na saída do aeroporto.



É no primeiro dia de treinamento que você vai ter o primeiro baque e achar que realmente não sabe nada de inglês. Não se desespere. O treinamento é bem intenso e os representantes da agência falam o dia todo, no segundo/ terceiro dia você já vai estar acostumado com o jeito de falar delas e já vai conseguir entender a maioria das coisas por associação. No treinamento elas usam um vocabulário que faz parte da nossa rotina como au pair, então fica bem mais fácil de compreender (mas confesso que é bem cansativo estar atento a todo momento e ficar traduzindo mentalmente tudo o que é passado).



Ok, treinamento encerrado. Partiu host family. No caminho até o local que minha host mother ia me buscar fui me "cagando", literalmente. E o medo de não entender nada? E o medo de falar tudo errado? O que a gente iria conversar nas duas horas de viagem de carro? Eu teria inglês pra isso? Tantas perguntas e ansiedade a toa. Foi super tranquilo, eles falam devagar, repetem quando você não entende e o inglês (pra mim que já tinha bagagem) saiu naturalmente. Quase chegando na casa outro medo: e o ingles do host father? E o das crianças? Meu Deus!! Ai realmente o negócio pegou hahaha. Meu host father fala bem rápido e tem um sotaque bem puxado. E as crianças? Bem, se já é difícil entender crianças falando português, imagina em inglês. Mas o processo de entendimento será o mesmo do treinamento, você vai se acostumar com o tempo. Agora com quase dois meses, consigo entender praticamente tudo o que a família inteira fala. Mas é aquilo que já disse ali em cima, entender é uma coisa... Falar. E outra coisa que você vai notar é que você vai se acostumar com o inglês da sua host Family, pela convivência... mas quando você tiver que fazer algo específico, como conta no banco, ainda será difícil pra você.




Ainda não comecei nenhum curso de inglês. É verão aqui nos Estados Unidos e na minha cidade todos os cursos só voltam depois do verão. Depois posso fazer um post falando sobre como é o curso de ESL aqui (aquele gratuito e que ensina o básico/ intermediário), eu devo começar ele lá pra setembro/ outubro. Então, por enquanto, não estou estudando (eu deveria estar, mesmo em casa). Ai você acha que ainda tem muito tempo pra aprender o idioma, mas confesso que você vai se sentir um pouco desesperado quando se pegar quase no segundo mês (como eu) e notar que seu inglês ainda não é tão bom assim. Já tira da cabeça que você vai ficar fluente em poucos meses. Mesmo aqui, você tem que se esforçar, estudar e sempre estar em busca de aprender mais. Você não vai se tornar fluente num idioma apenas por estar aqui e morar com americanos. Eles te entendem? Sim! Mas isso não significa que você é fluente, na maioria das vezes falamos muita coisa errada. Eu sou a prova viva disso! Falo muita coisa errada, mas eles entendem. Do mesmo jeito que entendemos pessoas que falam português errado.

Bom, é isso. Quem quiser acompanhar minha rotina me segue no SNAPCHAT e INSTAGRAM: apaulascunha. 

Beijos!

09/07/2016

A Espera pela Família Perfeita

A Espera pela Família Perfeita
Olá menines, estou aqui, hoje, pra falar dessa frustração chamada: "Esperar a Família".


Bom, como todos sabem, Male Au Pair é bem mais complicado
, e querendo ou não, mais burocrático.
Já falei anteriormente, minhas experiências na GAP e EXPERT, mas agora vou falar na CULTURAL CARE.
Bom, fiquei on dia 13/05 (quase 2 meses on) e tive apenas UMA FAMÍLIA. 
Isso mesmo, uma família, e pra ajudar era família fantasma.



Acredito que todos saibam, mas vou explicar: Família fantasma é aquela que entra no seu perfil, não responde e-mails, não tem muitas informações e nem fotos. 

Isso é meio frustrante, mas pensamento positivo, não é mesmo?

Acredito que tudo acontece como deve acontecer, sei que vou encontrar uma família perfeita, por isso venho trazer essa motivação à vocês

"Eu sei que é difícil, que dá vontade de desistir, 
mas você NUNCA deve desistir do seus sonhos"

Tudo acontece como deve acontecer, quando deve acontecer, evitem ter o Match por desespero, fazendo isso, você reduz sua chance de entrar em Rematch (claro que isso não é uma regra, mas diminui suas chances).

Por hoje é isso menines.
Never Give up

07/07/2016

Manual do aprendizado de inglês – ou outros idiomas

Este é meu último post antes do tão esperado embarque. Nunca estive tão ansiosa e sensível na vida, mas a sensação é ótima. Nesses dias que antecedem a viagem decidi que seria bacana dar uma última caprichada no meu inglês para tentar não fazer feio (ou não tão feio) quando estiver nos EUA. Então hoje eu trouxe algumas dicas simples e eficientes para dar uma turbinada no seu aprendizado, independentemente da sua etapa do processo e do seu nível de conhecimento acredito que todas as dicas serão úteis!

1. A primeira dica é literalmente o começo do começo. Tenha em mente que falar um novo idioma é muito mais do que conhecer o vocabulário. É você entender e saber usar a estrutura da língua, a forma como ela se desenvolve, a forma como as palavras soam juntas. Cada idioma tem sua peculiaridade, é importante começar a treinar nosso cérebro para identificar as palavras ou expressões chaves e ir entendendo o contexto do que está sendo dito. O maior start para isso é o bom e velho verbo to be. É como a vogal “A” no nosso jogo de forca, sabe? Ele aparece quase sempre. Quando você entende as principais conjugações com to be, já está meio caminho andado para falar e entender inglês.

2. A segunda etapa é começar a explorar o vocabulário básico do idioma, as palavras mais comuns do dia-a-dia, desde aquelas que a gente aprende nos primeiros anos de escola até aquelas mais compridas um pouquinho, mas que a gente normalmente usa em uma conversa. Legal ter em mente que o inglês é apenas outro idioma e que a maior parte das coisas ditas segue uma linha de raciocínio igual a que estamos acostumados em português. Algumas coisas são diferentes, os costumes locais influenciam muito na forma como as pessoas pensam, mas isso não é motivo para atrapalhar significativamente o nosso aprendizado. Foque nesse momento em substantivos, porque eles têm uma definição mais específica, uma tradução mais simples.

3. Procure descobrir o correspondente em inglês dos nomes das coisas que você encontra no seu caminho. Seja curioso, quando a gente procura o significado de uma palavra motivado por curiosidade a nossa capacidade de gravar na mente é altíssima. Olhe em volta, passe a ser atento aos nomes das coisas em português e tenha um aplicativo de tradução no celular. Existem vários tipos de app ótimos, eu sugiro que baixem um que não precise de internet para funcionar, porque aí você não terá desculpa, mesmo na rua ou quando estiver sem wifi e 3G poderá usar e também um que tenha áudio para você ouvir as pronúncias das palavras que pesquisar. Então, se passar por um poste, se pergunte como se diz “poste” em inglês, pesquise e pronto, todas as vezes que passar na rua e vir um poste seu cérebro vai associar a imagem à palavra em inglês e aos poucos você vai tornando todas as coisas que te cercam bilíngues.

4. Traga o inglês para a sua rotina diária. Mais eficaz do que horas sentado diante de um livro é procurar pensar em inglês durante todo o seu dia. Levantando da cama, arrumando o quarto, escovando os dentes, almoçando... Isso expande vários setores de vocabulário, vários temas, itens de quarto, de cozinha, nomes de alimentos, de higiene pessoal, e por aí vai.

5. Outra coisa importante é dizer em voz alta todas as frases ou palavras e tentar formular as frases mais completas e longas que conseguir. Lembra o que disse sobre vocabulário não ser tudo no aprendizado de um idioma? Preposições, conjunções, pronomes, entre outros são super importantes para compor a estrutura da língua. Invista pesquisa e estudo neles e garanto que vai aprender tudo muito mais rápido.

6. Faça um caderninho de anotações. Eu sei que pode parecer inútil nessa era digital, você já tem app no celular e tudo mais. Mas o nosso cérebro memoriza muito bem aquilo que nós escrevemos. Quando temos o trabalho de pensar em como certa palavra é escrita, quais são as letras, escrever pensando em como ela é pronunciada, sempre que batermos os olhos naquela palavra imediatamente relacionamos ao momento em que a escrevemos, ela se torna familiar para nós, então nós a aprendemos de forma definitiva. Providencie uma caderneta pequena que possa te acompanhar na bolsa e registre as palavras mais legais ou mais difíceis que você aprender. As escreva mais de uma vez! Isso ajuda demais na memorização. Escreva a palavra e o significado dela em português. Conforme se sentir mais confortável com o idioma, escreva o significado dela em inglês.

7. Pare de traduzir. Pois é, parece uma dica boba ou impossível, mas ela é essencial. Pare com a tradução compulsiva. Você não precisa saber a tradução de todas as palavras em português para entender o significado real delas. Muitas vezes é melhor inclusive não saber, porque você para de limitar o seu conhecimento referente a ela. As palavras em geral são muito flexíveis, elas são usadas em contextos diversos e nem sempre vão fazer sentido se a gente ficar preso à sua tradução livre. Outra questão é que se há uma palavra que você não conhece ainda em uma frase mas o restante da frase você já conhece, muito provavelmente você entenderá a mensagem toda só pelo contexto.

8. Outra dica que todo mundo já sabe, mas que merece estar aqui porque ajuda muito, é assistir séries, filmes, canais no YouTube, ouvir músicas e ler livros em inglês. Nos primeiros minutos parece absurdo, parece que não vamos chegar a lugar algum, mas depois nosso ouvido acostuma, é como acontece com os bebês, eles não entendem nada, não entendem nada, até que de tanto ouvir e observar passam a entender! Ah, e eles não tem legendas para ajudar... Então já sabe, né? Nada de legendas, você consegue!

9. Pesquise matérias, filmes e conteúdos com temas que não sejam muito complexos, não é momento de vocabulário de medicina ou de escritório, o bacana agora é praticar assuntos do dia-a-dia mesmo e que sejam da realidade de au pair. Assuntos relacionados à crianças, seu desenvolvimento, suas atividades, interesses, etc. Você terá várias conversas com a sua host Family sobre isso, então é legal praticar e anotar o máximo possível de expressões relacionadas.

10. Para concluir, não se esqueça do seu português! Quanto melhor você for no seu idioma nativo, melhor você será no aprendizado de qualquer outro. Quanto maior for o seu vocabulário em português, maior será em inglês também. Seja atento à gramática da sua língua, você está imersa nela, sempre será a sua primeira língua, você será uma pessoa muito mais esclarecida, mais ampla e respeitada onde quer que vá. A pessoa que fala dois ou mais idiomas é uma pessoa diferente, ela tem outra visão de mundo, tem outra concepção de cultura, de valores. Mas a pessoa que respeita a própria língua e a própria cultura com certeza é alguém especial em tudo que fizer e em todo lugar do mundo onde estiver.



Eu ainda não sou fluente em inglês – óbvio – mas tudo que aprendi foi dessa maneira e a cada dia tenho aperfeiçoado mais. Eu aprendi francês também da mesma forma e espero muito que essas dicas sejam úteis para você!

Mês que vem estarei de volta direto de Seattle, até lá!

Foco, coragem e uma viagem incrível para você!

Roberta Izzo

09/06/2016

Mãe, Quero ser Au Pair!

Mãe, Quero ser Au Pair!
Como já tinha falado antes, quando soube do programa por uma amiga da faculdade, em 2014, eu não tinha o inglês avançado nem a CNH.  Eu corri e tirei minha Habilitação e continuei a estudar inglês. Até que: em maio de 2015 decidi. VOU SER AU PAIR.



O fato de contar pra minha mãe foi o mais complicado. A nossa conversa foi basicamente assim: (ela é o vermelho e eu o azul)
“Mãe, sabe a Mari? Aquela da faculdade que a gente se parece? Então ela tá nos EUA como Au Pair, e quero ir também.”
“Mas o que é isso? E a faculdade?”
“É um programa de intercambio, eu fico um ano nos EUA cuidando de crianças. Eu trancarei a faculdade e depois voltarei pra terminar.”
“Ai Meu Deus. Não faz isso comigo, você quer me ver morta né? E se eles mentirem? E se eles quiserem te sequestrar? E se for trafico de órgãos?” (UM MILHÃO DE “E SE...”)
Respondi todas as perguntas apenas com uma resposta: “Mãe é tudo regulamentado pelo Governo Americano, se você quiser, você pode conversar com a Mari e vou te inscrever na Palestra Informativa da Cultural Care.”
Claro que minha mãe já estava com os olhos cheios de lágrimas, mas eu perdi minha paciência e fui pra aula. Gente se ela ficou assim com o intercambio, imagina quando eu falar sobre outros assuntos mais profundos... (GRITOOOOO)

Após a palestra, ela ficou bem mais tranquila, ela pôde esclarecer todas as duvidas e etc... Por isso eu dou-lhes uma dica: Se seus pais não aceitarem bem o programa, inscreva-os na palestra da Cultural Care , isso pode mudar a cabeça deles, assim como mudou a cabeça da minha mamis.
Depois disso houve um perrengue: Não tinha a CNH definitiva e por isso enrolou muito meu processo, mas só contei pro meu pai depois que eu entrei na GAP que foi em janeiro desse ano.
MAS GENTE, MAIS UMA VEZ EU FALO ISSO: NÃO CONTEM PRA FAMILIARES/COLEGAS/AMIGOS QUE NÃO SÃO TÃO AMIGOS/QUALQUER UM QUE POSSA BOTAR OLHO GORDO NA PORRA TODA.
O importante é seus pais e no máximo seu namorado(a). A-P-E-N-A-S.
Estou de rolo, e nem contei sobre o intercâmbio. Só vou contar quando algo grandioso acontecer, pra que acabar com algo que mal começou?
"O QUE NINGUÉM SABE, NINGUÉM ESTRAGA"

EU CONTEI AO MUNDO E SÓ ME FUDI. POIS AGORA VEM A COBRANÇA:
 “QUANDO VOCÊ VAI?”
 “VAI PRA ONDE?”
“VOCÊ DESISTIU DE SER BABÁ?”
“ISSO NÃO É PRA MENINOS, VÁ ESTUDAR.”

Enfim, so many emotions que nem sei descrever.
Por hoje é só garotas(os)
Beijos e até a próxima <3

Never Give UP
Leonardo Stopa 

07/06/2016

Au Pair – vergonha de ser babá?

Preconceito: substantivo masculino 1. qualquer opinião ou sentimento concebido sem exame crítico. 2. sentimento hostil, assumido em consequência da generalização apressada de uma experiência pessoal ou imposta pelo meio; intolerância.

Esse mês eu decidi falar de um assunto que vem me cercando há algum tempo. No auge dos meus 24 aninhos de idade, já formada em faculdade, me vi ainda meio instável diante de algumas decisões e conquistas na vida. E resolvi postar algo assim aqui no blog porque eu tenho certeza que muita gente se identifica com isso.

A cobrança por aceitação é uma realidade que a maioria de nós vive. É um desespero para ter tudo resolvido ou encaminhado o quanto antes. Para decidir a carreira que queremos pra vida toda aos 17 anos de idade diante de um vestibular. E quem é que tem a cabeça formada aos 17? Ainda é mal visto aquele que tranca curso em faculdade, aquele que não tem carro, que não tem um emprego em uma multi-nacional ou até mesmo – pasmem – aquele que ainda está solteiro ou não demonstra querer uma vida tradicional de casamento e filhos. E pior ainda, MUITOS de nós são assim, não é raro, mas da mesma forma esse preconceito rola solto! E, alô, a aceitação externa é mais importante que a aceitação pessoal?

Acho que a maioria já sabe disso, não vim falar apenas mais do mesmo. Mas sinto que essa cobrança por aceitação social é algo que afeta diretamente as vidas de pessoas na nossa faixa etária, 18 aos 26, a idade permitida para participação no programa Au Pair. Eu mesma me flagrei preconceituosa quando ao me perguntarem sobre meu intercâmbio eu enrolar de todas as formas possíveis para assumir: estou indo ser babá. Mas essa é minha realidade hoje, goste quem gostar, essas coisas fazem parte do processo de crescimento de todo mundo!


Sabe, no final das contas tudo é da forma como você encara as coisas. Não há certo ou errado – exceto se for pra ser desonesto, aí há errado sim, viu? Então sim, o clichê é real: todo trabalho honesto é um bom trabalho. O caixa do McDonald’s, a faxineira do hipermercado, o empacotador, o gari, a babá! Entre tantos outros empregos que exigem menor grau de estudo, todos são válidos e merecem todo o nosso respeito.

Muitas vezes esses tipos de emprego não são surpresa para a sociedade quando se trata de pessoas com menor grau de instrução, ou que vieram de outras partes mais humildes do país, etc. As pessoas não esperam muita coisa deles, como se não fossem capazes ou não merecessem. Mas quando se trata de alguém com formação universitária, que fala dois idiomas ou mais, ser babá é um absurdo. Então amigos, atenção, esse post é pra dizer que depende da nossa postura mostrar que todo trabalho é um bom trabalho, que sempre nos abre para oportunidades e aprendizado, que nunca deve ser desvalorizado ou menosprezado. Que não devemos ter vergonha, que também é uma escolha nossa e que nos reservamos o direito de viver nossas fases e tirar o melhor proveito delas, sejam elas quais forem.

Como é ser Au Pair na prática eu ainda não sei. O que eu sei é que o mais importante é a determinação para fazer desse momento algo especial e positivamente marcante. É estar consciente das possíveis dificuldades e desafios, encarar tudo com coragem para assumir as consequências dessa escolha, para amadurecer e respeitar o próprio espaço e até mesmo com a mente aberta a aceitar que às vezes desistir faz parte.

Então, meus amigos, vergonha é roubar, é trapacear, cometer crimes, vergonha é se omitir, é mentir, é ser preguiçoso, é ser covarde! Ser babá não é vergonha e ser Au Pair é muito mais que isso, é pra gente forte, gente determinada, gente corajosa!

Foco, coragem e uma viagem incrível para você!


Roberta Izzo

17/05/2016

O que é essa tal de HOMESICK?

Você se lembra quando sua mãe te dizia que você só iria entende-la quando também fosse mãe? Então, Homesick para mim é mais ou menos o mesmo conceito. Você só vai entender quando sentir, quando viver na pele. Porque é simplesmente impossível, realmente, entender o que é esse sentimento maluco. Moro em Nova York a nove meses e nesse tempo já sofri com essa tal de homesick algumas vezes. Algumas coisas são exatamente iguais ao que todo mundo fala, a saudade da família e dos amigos às vezes aperta, as vezes a vontade de chorar é inevitável e o skype não é suficiente, também é verdade que as vezes a gente se faz de forte para deixar os nossos pais e familiares mais despreocupados.
Mas o que ninguém te conta e o que você não espera é que você vai simplesmente chorar porque viu um menino que se parece com seu irmão (que coisa tosca não é mesmo.) ou então que de repente seu refrigerante favorito é guaraná e não coca. Seus artistas favoritos são Caetano Veloso e Adriana Calcanhoto e samba passa a ser o melhor tipo de música do mundo. Você passa a sentir um orgulho imenso do seu país porque ele é sim o melhor lugar do mundo, um orgulho imenso do seu povo que é inacreditavelmente maravilhoso. Só eu sei como estufo o peito com alegria quando digo pra alguém que sou do Brasil e a resposta é “Wow, so cool.”.

Nove meses atrás eu já imaginava que ia sentir falta da minha família e amigos, mas hoje percebi que homesick é muito mais do que isso. Não é só da família que da saudade, sinto falta da comida, dos cheiros, dos lugares, de falar a minha língua nativa. Do clima, das praias, dos camelôs, do pastel da feira e do café da tarde do domingo.

É tanta coisa pequena que a gente nem se liga que é importante, mas que quando estamos longe faz uma falta imensa.

Maior clichezão o que eu vou dizer, mas a gente só dá valor pras coisas que já não temos.

Não que minha vida seja ou esteja ruim aqui, longe disso. Mas eu queria que todo mundo entendesse que apesar das fotos na times square e central park e das coisas maravilhosas que existem por aqui também tem um pedaço de mim que sofre com a saudade, palavra essa tão difícil de explicar que não tem nem tradução em inglês.  Então amigo, corre pra padaria e compra pão de queijo, senta com sua família, coloca um samba pra tocar e simplesmente saboreie tudo isso que faz você se sentir “at home.”.


03/05/2016

Ser Au Pair é...

Hello people!!!
É um prazer poder participar do blog e compartilhar experiências, aventuras e fatos da vida de Au Pair.

Para começar, vou listar um pouquinho do que é ser Au Pair... Mas aqui vai a parte boa, depois a gente fala dos "pequenos detalhes" he he he



Ser Au Pair é...

1. Você vai ficar fluente em um idioma diferente.
Apenas uma pequena parcela da população fala um segundo idioma fluentemente. 


2. Você viajará mais em um ano que nos seus últimos vinte e poucos anos de vida!


3. Você fará amigos do mundo inteiro.


4. Sua paciência e jogo de cintura aumentarão 120%.


5. Você se tornará mais responsável, confiante e madura.


6. Você aprenderá a fazer milagres financeiros.
Administrar o salário de Au Pair te proporcionará habilidades inacreditáveis de planejamento financeiro. 


Esse é só o começo de um turbilhão de sonhos... 

Espero que tenham gostado!!

Quem quiser acompanhar também meu blog pessoal onde eu conto as minhas aventuras acessa lá: www.profissaoaventurista.blogspot.com.br

Até a próxima, 
Fabiane Lica.

25/02/2014

Au Pair em apuros.. como se defender/proteger dos abusos nao esperados!

Oi meninas,

Ate ontem nao sabia direito o que falar no post de hoje.. mais de repente me deparo com um post no famoso grupo Au Pair no facebook que me deu uma inspiracao.



Muitas vezes quando deixamos o conforto da nossa casa pra viver a experiencia do programa de aupair, somo novas, imaturas e nao nos preparamos para o pior.. e pior de tudo, saimos de casa com um conhecimento basico sobre o programa e os deveres e beneficios do programa de aupair.

Todo mundo ta careca de saber os beneficios, salario, fds off uma vez no mes, 1 dia e meio de folga na semana e por ai vai.. e os deveres que eh cumprir as 45h de trabalho, respeitar as normas da casa e do programa! Ta ate ai tudo bem, voce ainda tem uma base pra se defender caso a familia saia das regras, e um suporte para saber o que voce deve fazer e o que eles esperam de voce la.

Mais e se algo der muito errado e sair do controle? E se a familia esta literalmente abusando de voce? E se a agencia esta sendo inadimplente? O que fazer?

Sentar e chorar nao vai resolver o problema.. Ir pro face e pedir ajuda nos famosos grupos pode te trazer uma luz, mais muitas vezes vao te trazer mais duvidas e raiva pois tem muita gente ( e digo muita mesmo ) que quando ve um post de alguem passando dificuldade, ao inves de ajudar poe lenha na fogueira e o dedo na ferida da pessoa, te fazendo sofrer mais ainda!

Ta mais e ai? Sou uma estrangeira nesse pais, nao sei o que fazer pra me defender, se eh que eu posso me defender contra os americanos, afinal quem sou eu.. so mais uma aupair...

Ai eh que voce se engana, vc nao eh "so mais uma au pair".. Alem de existir as leis/regras do programa que voce ja conhece, ainda existe o Department of State, que e o orgao que rege o programa de aupair em solo americano. Ele que tem as leis e as regrinhas basicas que voce segue, ou seja a famila eh inadimplente, a agencia eh inadimplente.. Nada que uma denuncia no Department of State resolva! Eles sao apenas uma das suas armas para se defender das armadilhas que muitas vezes o programa te apresenta.
No proprio site do Department of State, na parte do J1-VISA, sem o FAQ e la tem a seguinte questao:

Are there regulations, which govern the Exchange Visitor Program (J-1 Visa program)?
Yes, the regulations are set forth at Code of Federal Regulations, Title 22:  Foreign Relations, Part 62.

Nesse link voce pode ver toda a descricao do codigo federal de regularizacao.
Fato eh que, se voce nao tem saida procure o departamento mais perto, liga e denuncia!
Outro ponto importante eh:
Independente de voce ser estrangeira, voce esta em solo americano!! As leis americanas se aplicam a voce, sejam contra ou a favor! Da mesma forma que se voce cometer um crime aqui, voce vai ser preso, julgado e o carai a quatro.. se alguem cometer um crime contra voce o mesmo vai acontecer!
Ou seja, se a familia te ameacou, abusou, ofendeu, agrediu (verbal e nao verbal), ou infringiu qualquer lei americana, voce pode e DEVE, procurar os orgaos competentes e registrar uma ocorrencia do abuso. E se quiser pode processa-los tambem.
Eu nao sou advogada e tenho pouco conhecimento, mais a maioria de nos passamos por situacoes de abuso, invasao de privacidade e muitas vezes agressao verbal vindo das familias e nunca fizemos nada!
Vamos nos informar meninas!
Tudo que acontece contra nos estrangeiras so acontece pq nao temos informacao o suficiente e muitas vezes temos medo de nao ser ninguem nesse pais!
Nos somos sim alguem, e temos as leis americanas para nos defender e podemos usa-las caso preciso!

Fiquem em alerta!

19/02/2014

Com que roupa eu vou? - Dicas sobre o que trazer nas malas!

Oi Gente!

Nas últimas semanas vi muita gente postando nos grupos do Facebook sobre dicas do que trazer na mala, várias meninas pedindo ajuda e lembrei de algo que eu pensava quando estava fazendo as malas: Preciso de dicas de quem já está lá e que já fez uma "MALA DE SUCESSO" haha ou que já se ferrou e esqueceu tudo.

Pois bem, vou dar as dicas de acordo com os meus erros e acertos e o que já conversei com as Au Pairs aqui:



Roupas
Calcinhas - Tragam todas as suas calcinhas!!haha Essa é a dica principal: se vc gosta das calcinhas "normais" no Brasil tragam todas as que vc tiver e mais um pouco. As calcinhas aqui são dois tipos: fio dental e "cobre tudo". Esse é o consenso entre as Au Pairs: tragam calcinhas do Brasil.
Sutiãs - Tragam seus preferidos. Os sutiãs aqui são muto bons e tem para todos os bolsos, desde Victoria's Secrets até promoção na TJMaxx! haha (Eu por exemplo só comprei na TJMaxx, e são ÓTIMOS)
Biquínis - Mesmo caso das calcinhas, tragam do Brasil. Sem contar que gente...Brasil é Brasil, nossos biquínis são maravilhosos e referência de moda.
Roupas de trabalho - Roupas de trabalho foi onde eu mais falhei. Quando vim trouxe meus melhores jeans, mas poucas leggings. A bem da real é que agora que trabalho com um Baby e fico o dia todo em casa, sentando no chão e carregando peso quero a roupa mais confortável possível. Minha dica é: avalie seu schedule e leve TODAS as roupas compatíveis com seu schedule: vai ter que levar as kids pro ballet e esperar lá? Leve os seus Jeans e moletons. Vai passear no parque com as kids ou ficar o dia todo em casa que nem eu? Leve todas as suas leggings, calças de moletom e bermudas confortáveis. Aí vc me pergunta: 'Nossa Nalini, mas aí minha mala vai ficar gigante.' E eu te digo: Não, não vai! Sabe pq?
Roupas de balada/sair - Isso é algo que me arrependo. Trouxe várias roupas de sair, de levar pra balada, que não dá pra trabalhar. Mas o que acontece e quando a gente sai pra fazer compras a gente vai sempre procurar roupa legal, quando temos que ir pra alguma SUPER night boa parte das mulheres quer usar uma roupinha nova. (Fato da vida, nem adianta discutir) Traga só um ou dois vestidos coringas, que vc mais ama no mundo e pronto. Depois vc vai na Forever 21, Charlote Russe, H&M e afins e se resolve. Pq venhamos e convenhamos, bem melhor gastar o suado dinheirinho com roupa pra sair do que com Legging e camiseta pra usar em casa!
Roupas de Frio - Se vc ja vai chegar no frio, traga o que vc puder de suéteres a blusas de manga longa para fazer camadas. Mas casacos do Brasil não resolvem nada. Reserve um dinheiro para isso. Se vc tá vindo no verão não se preocupe e faça seu "enxoval de frio" aqui. Cachecol e Scarfs ajudam, então se vc tiver cachecol de lã ou scarfs bons pode trazer, são sempre bem vindos. De resto vale mais a pena comprar aqui.

Sapatos
Chinelos - Pelo menos uma Havaianas coringa. Aqui vende também, mas não sei vc...eu não iria gostar de pagar 30 dólares numa Havaiana aqui. E fato: Havaianas são mais confortáveis que as Flip-flops baratinhas daqui.
Tênis - Vai da sua necessidade. Trouxe um tênis básico só. Aqui os tênis bons não são tão caros, dá pra comprar um tênis bem legal aqui sem gastar rios de dinheiro.
Sapatilha - Sou viciada em sapatilhas. Tinha várias em SP. Se vc adora sapatilha como eu, traga suas "mais mais". Não vai ser sempre que vamos poder usá-las (inverno, i hate you!). Mas tenho minha opinião que as sapatilhas do Brasil não se comparam com as daqui. As daqui são muito simples e boring, por isso fiquei feliz de trazer minhas 3 favoritas.
Salto alto - Sapato aqui tem de todos os valores tb. Mas volto naquele: "se vc ter um bom, dá pra economizar obaminhas". Se vc tem um bom sapato básico de salto preto, coringa! Ajuda muito. Eu trouxe mais um bege que tenho, e uma sandália. E só. Como ainda não chegou a primavera/verão, pra mim tá ótimo. Até hoje só usei o sapato preto. haha
Botas - Se vc como eu vem na temporada Outono/inverno, nossas botas do Brasil não são maravilhosas pro frio que faz aqui mas quebram um galhão. Se vc vem no verão, vale a pena não trazer e juntar dinheiro para comprar as botas apropriadas para Neve.
Meias - DICA: TRAGAM TODAS. É um saco gastar dinheiro com coisas como meias. hahaha

Bolsas
A não ser que vc tenha juntado dinheiro para comprar várias Michael Kors e outras bolsas assim que chegar aqui, traga uma daquelas bolsas de lado simples e pelo menos uma bolsa "normal" para poder sair. Quando eu vim não trouxe nenhuma bolsa, e no meu primeiro fds não tinha onde carregar minhas coisas! haha

Bijuterias
Se vc tem pesquisado sobre isso já ouviu falar que as bijus aqui são meio sem graças. Gosto muito dos brincos que vejo por aqui, mas colares são meio boring mesmo. Então não custa trazer alguns.

Remédios
Se vc toma anticoncepcionais, traga. Aqui vendem sem prescrição remédios para dor de cabeça, dor de estômago, vitaminas e outras coisas simples. Mas coisas mais complexas não. Quem tem aquelas benditas feridas na boca tragam Zovirax ou Aciclovir. Aqui precisa de receita e mesmo com receita fui na farmácia e o preço saiu por 600 dólares. SIM, 600. Não falei 6. Falei 600! uó.

Beleza
Eu trouxe secador e chapinha do Brasil e não me arrependo. Meu secador é bom, bem melhor que o da minha host que é de marca boa. E minha chapinha também era demais!!! Mas aqui tem esses artigos de todos os valores, vc consegue achar coisas boas por preços bons. Eu trouxe os meus pq tinha espaço na mala, e pq os meus do Brasil eram bem novos.

Eletrônicos
As coisas aqui são baratas sim, mas não é "de graça". A não ser que vc venha com dinheiro guardado, pode demorar um pouco pra comprar um Notebook ou um celular que vc quer. Eu trouxe meu celular véio do Brasil, o que me ajudou a manter contato com todo mundo pelo Whatsapp. Trouxe também meu notebook mas só pq era bem novo. Câmera trouxe um velhinha mas convenhamos, todo celular tem câmera. Dá pra ficar só com o celular por um tempinho até comprar uma boa daquelas semi-profissionais.

Esmaltes
São mais baratos no Brasil! Eu trouxe vários e não comprei nenhum aqui até agora.

Dicas Extras:
- O vôo é bem longo, tragam guloseimas na mochila para você e para os dias de orientação.
- Todos os documentos possíveis numa pasta no bolso de mais fácil acesso que tiver.
- Faça o possível para trazer apenas uma mala!!! É muito dificil ficar carregando duas malas sozinha ao chegar aqui, na Orientação e até encontrar a família. Sem contar que temos que pensar no futuro. Se vc já vier com 2, quanto vai pagar de mala extra? haha


É isso, qualquer dúvida ou dicas que esqueci podem comentar aqui!

Beijos, até mês que vem!







26/01/2014

The American Dream

The American Dream
Oi meninas,

Pois é, eu sei que muita menina vem pra cá com o sonho americano.. e depois que está aqui quando vai acabando o ano de aupair não sabe mais o que fazer para continuar aqui e viver o sonho daqui!!
Vou dar pra vocês algumas dicas de como continuar aqui e tentar se estabilizar um pouco nesse mundo louco que é America.

Dica 1: Estabeleça crédito
Eu sei que é dificil e a maioria dos bancos aqui não querem te dar um cartão de credito ou nada disso. Mais se tem uma coisa que você precisa nesse pais é credito. Então se você está vindo com a intensão de ficar, ou se você já está aqui e decidiu que não quer ir embora, é hora de correr atras e tentar criar crédito no mercado.
A maioria dos bancos aqui oferecem um cartão de crédito pré-pago. Ou seja, você tem que entrar com uma quantidade de dinheiro, e deixar guardado numa conta do banco, e eles te darão um cartão de crédito naquele valor.. é um deposito de segurança que você tem que fazer, depois de um ano se você pagou todas as faturas em dias e não deve nadinha eles devolvem o dinheiro para você.
Você vai precisar de crédito seja para alugar um apto ou para comprar um carro. Em alguns lugares não importa se você tem o cash inteiro para pagar a vista, eles ainda checam o seu credit-report.

Dica 2: Make friends
Amigos podem ajudar você e muito quando você sai da vida de aupair, entao faça amigos e mantenha contado com eles..

Dica 3: Faça parte de uma comunidade
Muitas pessoas conseguem trabalhos atraves de igreja, ou da comunidade brasileira em que eles vivem. Eu por exemplo consegui varios empregos atraves da comunidade brasileira (no facebook).

Isso é o que eu pude pensar agora meninas!
Venho com mais dicas depois.. sorry pelo post curtinho..

;)

17/01/2014

Embarque + Dicas Treinamento APIA

Hey girls, voltei!

Bom, tinha anotado algumas coisas da minha época de embarque e treinamento para compartilhar com vcs e alguns dias atrás a minha amiga Mariana Morena postou um vídeo com dicas valiosas do treinamento APIA que agora vou ilustrar, escrever e divulgar aqui para todas que tenham interesse. Em relação ao embarque são dicas simples, que parecem até óbvias...mas é cada coisa que vemos nessa vida, que não custa reforçar.
Vamos ao que interessa (Sorry, ficou um pouco grande!):

EMBARQUE

Pré-embarque: Gente, embarcar para um país novo sozinha é algo difícil. Não é impossível, mas se você tiver alguém do lado ajuda. Não sei como funciona nas outras agências, mas na Au Pair in America eles disponibilizam o nome e o email das meninas que vão embarcar com você. FAÇAM CONTATO!! Independente disso, no Facebook sempre tem grupos sendo montados em relação ao embarque. Essa primeira interação é valiosíssima. São pessoas que tem as mesmas ansiedades e expectativas que você. A Mariana falou isso no vídeo dela (logo ali abaixo) sobre o treinamento. O que eu indico: VIVAM o pré-embarque. Meu grupo de pré-embarque foi demais. Montamos chat no facebook, nos falávamos e tirávamos dúvidas a todo o tempo. By the time que nos encontramos no aeroporto era como se já fôssemos todas velhas conhecidas. Chegando no hotel já estávamos numa intimidade de pular na cama uma da outra e se xingar <3
Intimidade é isso aí...



Documentação: Tenham sempre em mãos todos os documentos necessários: DS2019, Passaporte, PID, Dados de vôo, carta com informações da Host Family, Informações sobre o hotel de treinamento e uma caneta! Sim, vc vai precisar de quase tudo isso. Separe-os, organize-os e mantenha-os sempre em mãos.Para isso utilize uma pasta, um envelope SIMPLES. Vc vai precisar utilizá-los diversas vezes.
Mas sejam sensatas, vc não precisa levar certidão de nascimento, RG e habilitação tudo de uma vez. Confira com sua agência o que for realmente necessário.

Malas: A parte mais difícil para qualquer mulher. Tente pensar de forma lógica: estamos indo sem pai, namorado, irmão ou amigo para ajudar a carregar nossas tralhas. A gente que vai ter que se virar. Podemos normalmente despachar até 2 malas de 32 kg. Minha maior dica é: trague apenas uma mala! Minha intenção era trazer uma mala de 32 kg, e uma mochila. SÓ! Na minha mochila tinha meu laptop, minha câmera, uma troca de roupa, maquiagem e documentos. Só é realmente necessário a carry-on se vc for trazer mais eletrônicos que isso, ou alguma coisa muito importante que vc não quer levar na mala despachada.

Meu problema foi: A mala, que eu jurava que não tinha mais de 32 kg pesou 34 na hora do check in. Se vc chega beeeeeeeeeeem cedo no aeroporto, as vezes eles deixam passar (aconteceu com uma amiga minha que chegou antes de mim). Eu cheguei exatamente na hora que devia chegar, sendo assim ela falou que eu teria que ou pagar mais caro ou tirar dois kilos. E aí fica uma dica valiosa que me salvou: se sua mala está próxima do peso máximo, leve uma mochila extra e cadeado extra dentro dela. Eu tinha uma mochila e consegui comprar o cadeado. Acabei despachando uma mala grande de 30 kg, e uma mochila com 4 kgs.

Comida: Vôos são longos e cansativos, leve sempre um lanchinho, coisas simples na mochila. LEMBREM-SE: Nada de líquidos.

Horários: Seja cautelosa com horários. Vôos internacionais vc tem que estar no aeroporto pelo menos 3 horas antes. Eu cheguei no aeroporto 3 horas e tipo 20 minutos antes, e já achei que foi apertado. Melhor sempre chegar antes e esperar do que correr risco de se atrasar. Não queremos começar a vida de Au Pair com aperto!



ORIENTAÇÃO APIA

O treinamento pra mim foi demais!! Conhecer gente nova, primeiros dias no sonhado ZUNIDOS!
No treinamento APIA eu achei bem legal que eles realmente tratam a gente como adulto. Não temos curfew podemos fazer o que quisermos no tempo off, mas temos a responsabilidade de estar nas palestras.
No meu caso nós tivemos um dia inteiro off, pois chegamos na segunda de manhã e o treinamento for real só começaria na terça. Segunda é o dia que todas as meninas chegam. Pois bem, eu e minhas amigas passamos um dia inteiro meio perdidas sem saber o que fazer. Pensando nisso a Mariana, minha irmã de treinamento fez um vídeo. Hoje ela mora pertinho do hotel e conhece bem a região. E fica a dica: TEM SIM bastante coisa para se fazer. Ela deixou eu me utilizar do vídeo dela, então com vocês a Mari:

É isso gente, quaisquer dúvidas ou sugestões podem deixar nos comentários!!

Beijos!


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